segunda-feira, 27 de junho de 2016

Agora vamos conhecer os hamsters

Hoje vocês vão aprender todos os cuidados que você pode dar a seu hamster vamos começar: 



Os hamsters são pequenos roedores, de hábitos crepusculares – maior atividade durante o amanhecer e o anoitecer, evitando na natureza os predadores diurnos – e foram domesticados pela primeira vez em 1939. Tal como outros roedores, os hamsters possuem dentes de crescimento contínuo, que necessitam de ser constantemente desgastados. Para o efeito, são também conhecidos como animais de grande apetite, que comem “tudo” o que lhes aparece pela frente.
Possuem audição e olfactos muito apurados, mas em contrapartida a visão é pouco desenvolvida. Nascem cegos e, quando adultos, não conseguem ver mais longe do que alguns centímetros em frente ao seu nariz. Isto faz com que um hamster não se perceba do perigo de cair de grandes alturas, pelo que gaiolas altas com vários níveis são desaconselhadas: uma queda grande pode dar origem a ossos fraturados ou mesmo à morte do animal.
Uma imagem típica é ver um hamster com as bochechas cheias. Eles possuem bolsas na boca onde armazenam comida, bolsas estas ausentes de saliva para que os alimentos armazenados se mantenham secos e frescos.

Raças de hamsters: como escolher um hamster

Em primeiro lugar deve decidir qual a espécie de hamster que pretende, pois a escolha da gaiola irá depender desta decisão: o espaço entre as grades de cada gaiola pode ser excessivo para o tamanho do hamster pretendido.
Antes de comprar mais do que um hamster, devemos certificarmos-nos das características de cada raça. Algumas raças de hamsters são sociáveis, podendo vários indivíduos conviver bem numa mesma gaiola, enquanto outras são mais territoriais e poderão originar lutas até a morte. Sempre que tiver dúvidas tente informar-se junto das boas lojas, ou então compre apenas um hamster.
Caso sinta segurança para identificá-los, o anão russo, o chinês e o roborovski são sociáveis e gregários (embora haja excepções) e vários hamsters dessas raças podem ser mantidos na mesma gaiola. No entanto, será melhor se forem da mesma ninhada, estiverem juntos desde o nascimento e forem do mesmo sexo. Todos os outros tipos de hamster, especialmente o sírio, precisam de ser mantidos separados para evitar lutas.
Só se devem manter na mesma gaiola dois hamsters que conviveram juntos desde pequenos, pois um hamster ao ficar numa gaiola sozinho demarca o seu território e poderá entrar em atrito com qualquer novo “morador”.
Dada a sua curta expectativa de vida (dois a três anos), deve adquirir-se um animal jovem (o ideal é perto das 5 semanas) e sempre que possível com as seguintes características, que são indicadoras de um animal saudável:
  • Focinho seco;
  • Olhos vivos e brilhantes;
  • Orelhas em pé;
  • Pêlo sem falhas, 
  • Brilhante e macio;
  • Corpo cilíndrico;
  • Apetite (muito…).
Os hamsters são ativos e brincalhões por natureza, mas como são animais noturnos, o ideal seria visitar a loja e adquiri-lo ao final da tarde ou ao princípio da noite, pois assim será mais fácil avaliar o seu comportamento.
Um hamster saudável e que não contacte com outros roedores selvagens (ratos domésticos, ratazanas, etc.) não necessita de vacinação ou desparasitação. No entanto são animais muito sensíveis e quando adoecem, rapidamente a situação pode evoluir de forma fatal, pelo que não se deve adiar a procura de um veterinário, sempre que se suspeite de doença.
Distinguir hamster macho e fêmea
Quando são muito novos, pode ser difícil distinguir os sexos. Olhando para os genitais, você verá dois orifícios – o pénis ou vagina e o ânus. No macho, o espaço entre os dois é em geral de uma dois centímetros e, na fêmea, este espaço é tão pequeno que é difícil diferenciar os dois orifícios.
A forma do corpo difere também um pouco da fêmea para o macho.
Normalmente as fêmeas são mais activas, mas também mais ariscas. Podem inclusivamente ter mais tendência a morder o dono, quando não são manuseadas com algum cuidado. Pelo contrário os machos tendem a ser mais calmos, mais tolerantes, mas também mais preguiçosos e dorminhocos.

A gaiola para o hamster

As gaiolas mais baratas podem custar R$ 80,00 e as mais caras e luxuosas custam mais de R$ 400,00. Quanto maior a gaiola, melhor será para o seu animal, ela deverá ter no minimo 38 cm a bandeja. Um opção são as gaiolas de vários andares, com escadinha, escorregador e rodinhas. Eles precisam de bastante espaço para correr, brincar, se esconder e casinha para fazer o seu ninho. Gostam de dormir em lugar fechado, acolhedor, escuro, quente (poderá oferecer para ele papel higiênico neutro e sem cheiro para ele(a) fazer seu ninho) e silencioso. Dependendo do modelo da gaiola, os terrários de vidro e caixas de plástico são uma boa opção , terrários e caixas de mais de 60L .
O hamster é um animal muito sensível às variações de temperatura, pelo que o ideal será colocar a sua gaiola numa zona da casa onde a temperatura oscile entre os 20ºC e os 24º C, longe de correntes de ar. A exposição solar direta ou a uma luz muito intensa deve ser evitada. De preferência a sua gaiola deve ser colocada num local calmo durante o dia (sendo animais noturnos, tendem a dormir a maior parte do dia).
Existem diversos modelos de gaiolas, desde o mais simples ao mais elaborado. Pode ser de grades ou toda em acrílico com pequenos respiradores (as últimas são particularmente indicadas para as espécies de hamsters mais pequenas ou quando se pretende fazer criação). Por norma nem sempre a gaiola mais bonita tem a manutenção mais fácil – numa gaiola com muitos tubos a limpeza torna-se mais difícil.
As gaiolas podem ter um só nível ou vários patamares. Se se optar pelo segundo tipo, deve ter-se o cuidado para que a altura entre os patamares não ultrapasse os 20 a 25 centímetros de altura, pois os hamsters, apesar de grandes atletas, são muito sensíveis a quedas de alturas mais elevadas.
Outro factor a ponderar na escolha da gaiola e restantes acessórios: os hamsters adoram roer tudo à sua volta, por isso devem escolher-se materiais não tóxicos e de preferência resistentes.
Devem-se evitar gaiolas sobrepovoadas, pois se existirem muitos animais num espaço pequeno, vão surgir lutas devido ao stress e muitas vezes ferimentos provocados por essas lutas, que podem originar a morte dos animais. Convém ainda separar os hamsters pelos sexos, por forma a evitar ninhadas indesejadas.
Machos agrupados numa mesma gaiola, apenas se forem irmãos e tiverem crescido juntos, de outra forma podem ocorrer lutas fatais, uma vez que possuem instinto de defesa territorial, disputando assim a posse da gaiola. Animais que cresçam juntos não devem ser separados e depois reagrupados, pois alteram seus odores característicos, podendo haver lutas no reagrupamento (esta é uma das razões porque normalmente as lojas não aceitam a devolução de hamsters).
Portanto a gaiola deve ser espaçosa por forma a permitir a organização de várias áreas:
Casa de banho – Existem à venda alguns WC praticamente fechados que são de fácil limpeza;
Abrigo/Espaço para dormir – Existem casinhas de diversos modelos e cores;
Zona para alimentação e água – O comedouro deve ser pesado e feito de um material facilmente lavável. Se possível deve ser largo, pois os hamsters adoram comer sentados sobre a própria comida. O bebedouro deve ser do tipo pipeta;
Zona de exercício – Sendo grandes atletas, uma rodinha é essencial e podem ainda colocar-se algumas escadas ou tubos, que eles costumam adorar.
O fundo da gaiola deverá ser revestido por uma camada de material absorvente. Existem muitos tipos de materiais disponíveis para este efeito (litter, aparas de madeira, etc) mas recomendo seriamente o uso de Corn Cobs. Trata-se de um produto natural (resultante da trituração dos carolos das maçarocas do milho), que absorve até cem vezes o seu peso em líquidos. Pode ser encontrado nas boas lojas de animais.
Deve ainda ser fornecido um material suave, para que o hamster torne mais acolhedor o seu ninho. Existem muitos tipos de de materiais à venda nas boas lojas, em alternativa pode usar-se papel higiénico (branco) rasgado em tiras. 

Cuidados de higiene

Os hamsters são animais muito asseados… aliás, 80% do tempo que passam acordados é dedicado à sua higiene pessoal e é um espectáculo encantador observar uma sessão de limpeza, pois realizam-na com tal minúcia e pormenor que nenhuma região do seu corpo escapa, inclusive atrás das orelhas.
Assim sendo, apenas temos de cuidar da higiene do seu espaço. A gaiola deve ser limpa pelo menos de duas em duas semanas. Recomenda-se a lavagem de todos os acessórios, tendo o cuidado de usar detergentes ou sabão neutro e enxaguar muito bem, para que não fiquem resíduos.
Os hamsters não apreciam que o seu ninho / armazém seja mexido, no entanto deve verificar-se o estado das provisões aí guardadas, por forma a evitar a formação de bolores e fungos, que podem causar graves doenças (como a diarreia, por exemplo).
A água deve ser mudada com frequência, bem como o litter do WC, por forma a evitar cheiros desagradáveis. 

Alimentação


A alimentação dos hamster é feita com ração própria, a chamada ração extrusada, dura, que ajuda nos desgastes dos dentes. Mix de sementes não deve ser dado constantemente, como alimentação, e sim como petisco. Por não precisarem de uma atenção constante, pode-se viajar até por uma semana, pois se tiverem alimento e água suficiente, conseguirão facilmente sobreviver.
Eles precisam, esporadicamente, de proteína animal. São elas: ovo cozido (sem tempero) queijo fresco/ricota, frango cozido (sem tempero) e tenébrio. Podendo ser dadas a cada 15 dias como uma refeição especial.

Podem comer: Maçã, morango, pêra, uva, caqui, banana, caju, pêssego, frutas secas não-cítricas,repolho, couve, couve-flor, brócolis, pepino, espinafre, vagem, acelga, chicória, cenoura, quiabo, nabo, abóbora, pepino, semente de girassol, alpiste, farelo de aveia, ervilha, noz, amendoim, castanhas e passas.

Não devem comer: Alface, frutas cítricas (laranja, abacaxi, limão, acerola, etc), carne crua, abacate, figo, ameixa, flores, cebola, cebolinha, alho, ração de coelho (contém hormônios), salgados, chocolate e frituras em geral.

sábado, 25 de junho de 2016

A importância devida para a vermifugação do animal

Muitos donos de animais, assim como cães e gatos, não sabem ou não dão a importância devida para a vermifugação do animal, sendo que estes não sabem que a grande maioria dos parasitas que colocam em risco os animais são os denominados zoonóticos, isto é, parasitas que causam enfermidades aos seres humanos.
Os parasitas intestinais são uma ameaça constante ao dia a dia dos pets, pois oferecem grandes riscos não somente à saúde deles, mas também da família. A boa notícia é que é fácil preveni-los com algumas medidas simples. Existem muitas espécies de vermes, as mais comuns e mais importantes são o Ancylostoma spp., o Toxocara spp. e o Dipylidium caninum, pois estes vermes são zoonoses, podem ser transmitidos dos animais aos seres humanos. Os filhotes podem adquirir verminoses no útero da mãe ou mesmo através do leite durante a amamentação, por isso a vermifugação precisa começar desde cedo. Outra forma de adquirir verminose é através do solo ou de objetos contaminados, enquanto passeiam, cheiram o ambiente, lambem as patas e assim acabam ingerindo os ovos ou as larvas que são microscópicas. Nós também podemos carregar pra dentro de casa pelo sapato. Por isso, mesmo que o animal não passeie é importante manter a vermifugação em dia. Outra forma de adquirir verminoses é através da ingestão de outros animais ou insetos que podem atuar como "hospedeiros intermediários", como roedores, bovinos, ovinos, para animais que têm hábito de caça ou que se alimentam de carne crua. Além de outros prejuízos, a pulga também transmite o verme Dipylidium caninum, quando o animal se coça e acidentalmente ingere pulgas, ingere a larva que está dentro dela, por isso a prevenção de pulgas também é importante na prevenção contra vermes.
Cães filhotes: 1ª dose aos 15 dias de vida, com reforço após 15 dias. Após este esquema, a vermifugação é mensal, até o sexto mês de vida. Em animais adultos, a vermifugação deve ocorrer de 4 em 4 meses.
Cadelas prenhas: devem ser vermifugadas antes da cobertura, depois a partir de 45 dias de gestação. Posteriormente deve ser tratada simultaneamente com os filhotes, no 14º a 15º dia pós-parto.
Obs: Durante a formação do feto até os 45 dias, não é aconselhável administrar vermifugo para a cadela, pois pode atrapalhar na formação do feto.

ALGUNS VERMÍFUGOS INDICADOS :
 

A vacinação é imprescindível!!!

A vacinação é fundamental nos pets assim como nas crianças, pois existem doenças gravíssimas e que podem facilmente serem prevenidas quando a vacinação é feita de maneira adequada. Assim como a gripe para os humanos, as doenças virais de cães e de gatos são facilmente transmitidas pelo ar ou por objetos contaminados. Desta forma, mesmo que o pet não saia de casa ele deve ser vacinado. Existem algumas doenças, como Raiva e Leptospirose, que são zoonoses, ou seja, podem ser transmitidas aos humanos, por isso além de preservar a saúde do pet, a vacinação é imprescindível para proteger também a família.
A escolha do protocolo de vacinação depende dos riscos aos quais o animal está exposto. Por ser a zoonose muito importante, a vacina contra a Raiva é obrigatória por lei. Com exceção à Raiva, a grande maioria das doenças é diferente em cães e em gatos, por isso as vacinas devem ser específicas. Para cães as vacinas "V8" ou "V10" são fundamentais, já para os gatos as "V3" ou "V4" são muito importantes. A escolha da mais adequada deverá ser feita pelo médico veterinário de sua confiança sempre!!!
A primeira dose de vacina é administrada entre os 45-60 dias de vida, e são necessárias até 2 doses de reforço com intervalo mensal neste período. Depois de adulto a vacinação passa a ser anual. Guarde bem a carteirinha de vacinação do seu pet para não perder as datas das próximas doses e deixá-lo desprotegido.

Os cães devem ser vacinados logo após o desmame, com 45 dias de vida.
A vacinação dos cães protege contra diversas doenças: Cinomose, Parvovirose, Coronavirose, Adenovirose, Hepatite, Parainfluenza, Leptospirose e Raiva.
Primeira dose: 45 dias de vida;
Segunda dose: 75 dias de vida;
Terceira dose: 105 dias de vida;
Raiva: 135 dias de vida.
A partir do término desse esquema, o reforço deverá ser anual!!!
Existem outras vacinas para cães também, que são para: Tosse dos canis, Giardíase e Leishmaniose Visceral Canina.
A vacina contra giardíase deve ser aplicada em cães com 8 semanas de idade ou mais a 1ª dose, sendo que essa vacina não tem utilidade para cães que já estiverem infectados pela Giardia lambia. Os cães que nunca foram vacinados contra a giardíase deverão receber 2 doses da vacina. A segunda dose da vacina deverá ser aplicada entre 14 dias e 28 dias após a 1ª dose. Os cães só estarão protegidos 15 dias depois de terem recebido a 2ª dose da vacina. Após as 2 doses, a vacinação segue 1 vez por ano.
A vacinação contra leishmaniose deve ser aplicada em cães a partir de 4 meses de idade, saudáveis e soronegativos para Leishmaniose Visceral Canina. O protocolo completo deve ser feito com 3 (três) doses, respeitando o intervalo de 21 a 30 dias entre cada dose (aplicação). Após isso, a revacinação ocorre anualmente para manter a resposta imune.
A vacinação contra Traqueobronquite Infecciosa ("Tosse dos Canis") causada pela bactériaBordetella bronchiseptica de ser aplicada em cães sadios, a partir de 8 semanas de idade, repetindo uma 2ª dose com intervalo de 2 a 4 semanas. A imunidade se inicia 21 dias após a administração da segunda dose. Recomenda-se a revacinação anual, em dose única.
Atenção!!!
Enquanto o filhote não tiver com todas as vacinas V6/V8 em dia e raiva ele não deve sair na rua, e deve tomar o cuidado para que ele não tenha contato com outros animais.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Bem-vindo à A Casa de Rações Oliveira

A Casa de Rações Oliveira é uma loja especializada rações para todo tipo de animais temos também produtos para Cães, Banho & Tosa, Gatos, Pássaros, Aquarismo, Roedores, Jardinagem, e Pesca com uma ampla variedade de acessórios. Ah! Em breve teremos gaiolas para hamnster, lacinhos, camas e roupinhas para o bem estar do seu pet. Temos guias, coleiras, peitorais, shampoos, ossos, brinquedos, comedouros, tapete higiênico, caixas de transporte, arranhadores e coleiras para gatos e muito mais. Venham conferir! Boas compras!

Gato pode comer sal?

Na verdade nenhum animal pode comer sal e o ideal é evitar aquelas comidinhas caseira salgada e aquele restinho de comida que muitos clientes gostam de colocar para seu pet comer. O sal de cozinha parece ser um alimento inofensivo aos pets, porém é importante saber que o seu bigodudo não pode comer sal! Uma simples colher pode trazer problemas ao gato se ele beber pouca água ou possuir doença cardíaca, renal ou hepática.
Tremores, convulsão e até a morte podem acontecer devido à possibilidade de desequilíbrio eletrolítico nos animais. As rações comerciais já possuem na composição sódio na quantidade que os gatos necessitam, por isso, exclua o sal da dieta.
Se houver ingestão excessiva acidentalmente, ofereça água à vontade, assim as chances de intoxicação em um gatinho saudável diminuem bastante.
Sei que vários clientes têm dúvidas sobre esse assunto e resolvi postar para esclarecê-los. Lembrando que é muito importante ter um veterinário auxiliando no bem estar do seu pet sempre!!!

Conheça agora 5 tipos de coleiras para cães e saiba escolher qual é o tipo mais ideal para o seu peludo!

    COLEIRA COMUM: adequada para qualquer raça, a coleira comum (que é colocada em torno do pescoço do pet) pode ser de nylon ou couro, ter pinos ou dentes (como proteção a mordidas), entre outros enfeites. Na parte de cima, esse modelo vem com um mosquete para prender a guia. Para conter o bicho sem o machucar ou sufocar, deixe uma folga de dois dedos entre o pescoço e a coleira. 
    GUIA RETRÁTIL: é utilizada em cães de pequeno porte, pois permite que o bicho fique “mais livre” e se distancie do dono para cheirar um objeto ou, até mesmo, outro peludo sem sair do campo de visão. Elas suportam cachorros com no máximo 20 kg, não sendo adequadas para os grandões. 
    GUIAS TRADICIONAIS: a guia (parte que é presa na coleira) mais utilizada tem um metro e é feita de nylon (há também as de lona, couro etc.), por ser mais resistente (pode tomar chuva) e possuir custo menor quando comparada a peças de outros materiais. Existem também as guias de 2 a 10 metros, adotadas pelos adestradores, pois precisam estar ligados ao pet o tempo todo para manter o controle. 
    MEIO-ENFORCADOR: ele tem um papel muito semelhante ao do enforcador, porém é feito de um material mais leve e gera menor desconforto, sendo indicado para cães sensíveis e que puxam sempre na hora do passeio. Essa coleira é muito utilizada para passeios com cães já treinados ou nos mais teimosos. 
    COLEIRA PEITORAL: como ela estimula o cachorro a puxar, não é recomendada para os que já possuem esse péssimo hábito. No entanto, para bichos que rebocam ciclistas é a mais indicada. Uma opção desse tipo de coleira que impossibilita o puxa-puxa durante o passeio.Ao contrário das peitorais comuns, que são presas nas costas do pet, é atada acima do osso do peito dele para que, ao puxar, a guia vire naturalmente para o dono. As coleiras já estão disponíveis em nossa loja.

Como ensinar o seu cachorro a fazer xixi no lugar certo?

Aprenda seis regras que são essenciais para ensinar o seu cachorro a fazer xixi no lugar certo.
Todos precisam participar: os integrantes da família devem fazer parte desse momento. É um processo que requer atenção de todos, pois, se uma pessoa errar, o cão não vai absorver os ensinamentos.
Seja persistente: como qualquer aprendizado, o adestramento de um cão que faz xixi no local errado requer persistência e continuidade, pois, desse modo, o animal, aos poucos, captará as novidades e se acostumará com a nova rotina estabelecida.
Nada de dar susto: este é o primeiro truque para ter sucesso no adestramento. Não grite, não dê broncas e, principalmente, não bata nele. O mesmo vale para quem esfrega o focinho do cão na urina ou o ameaça com rolos de jornal. Essas atitudes traumatizam o cachorro, que passa a achar errado o ato de fazer xixi em qualquer que seja o local.
Associação positiva: o cão deve associar o ato de urinar com um momento prazeroso, recompensado pelo dono. Por isso, o ideal é conduzi-lo ao espaço que você determinou e, ao final, abusar dos carinhos e agrados para que o pet perceba que acertou.
Só um barulho: se por descuido o cão voltar a errar, bata palmas uma única vez, fale em bom tom a palavra “não” e, na próxima vez, leve-o novamente ao lugar certo. Só isso bastará para dar um pequeno susto, sem que ele perca a vontade de urinar.
Não prenda ele: prender o animal em um cubículo por horas a fio, além de ser uma técnica falha, pode deprimir o cão. O seu pet não gostam de dormir no mesmo lugar em que fazem necessidades, e isso não é só uma questão de higiene. Quando ainda viviam em florestas, o cheiro da urina atraía o predador. Os animais que urinavam próximo de onde dormiam foram eliminados, portanto, eles trazem na genética essa precaução.